O Corra bezzi, corra cresceu e está de casa nova! Todo o conteúdo antigo em uma nova abordagem. Atualizado e cheio de novidades. Acesse: Bezzi-it!
Segunda-feira, Setembro 14, 2009
Terça-feira, Agosto 04, 2009
Elegias diânicas
Por Lucas Bezzi Negrão
PARTE II
A temperatura continua a cair, porém
Meu corpo catatônico se nega novamente a sentir
Abstraio de minhas sensações, e fixo meu olhar no nada.
Me nego a voltar! Todavia, devo não continuar.
A dualidade, aprisionada no fundo de minh'alma, se afirma.
O cenário é caoticamente reconfortante.
Seriam as luzes reais ou apenas estrelas mortas
Livres a piscar num lapso atemporal?
Retoma as rédeas de tua carroça!
Levanta-te sem pedir licença e quebra a redoma de cristal.
Permite-te a experiência. Faz dela uma viagem astral.
A viagem de tua vida, que tanto anseias.
Oh, doce vitrola, doma meu espiríto rebelde com tal melodia
Tua voz é tão doce e serena, desconcentrando-me
Mal consigo escrever.
Algo me devora o interior
Saberia não dizer e prefiriria tentar não explicar.
A dor é solar, contudo irreal
Clamo, então, por ajuda dos seres fantásticos
Residentes de outras dimensões.
Ó estranhas criaturas,
Entendeis o que se passa nesta torre.
Diana fecha suas janelas e cortinas
Nega-se a abri-las. Estendei tuas mãos pois,
Diana chora.
A temperatura continua a cair, porém
Meu corpo catatônico se nega novamente a sentir
Abstraio de minhas sensações, e fixo meu olhar no nada.
Me nego a voltar! Todavia, devo não continuar.
A dualidade, aprisionada no fundo de minh'alma, se afirma.
O cenário é caoticamente reconfortante.
Seriam as luzes reais ou apenas estrelas mortas
Livres a piscar num lapso atemporal?
Retoma as rédeas de tua carroça!
Levanta-te sem pedir licença e quebra a redoma de cristal.
Permite-te a experiência. Faz dela uma viagem astral.
A viagem de tua vida, que tanto anseias.
Oh, doce vitrola, doma meu espiríto rebelde com tal melodia
Tua voz é tão doce e serena, desconcentrando-me
Mal consigo escrever.
Algo me devora o interior
Saberia não dizer e prefiriria tentar não explicar.
A dor é solar, contudo irreal
Clamo, então, por ajuda dos seres fantásticos
Residentes de outras dimensões.
Ó estranhas criaturas,
Entendeis o que se passa nesta torre.
Diana fecha suas janelas e cortinas
Nega-se a abri-las. Estendei tuas mãos pois,
Diana chora.
Segunda-feira, Agosto 03, 2009
Elegias diânicas
Por Lucas Bezzi Negrão
PARTE I
Quem, se me atirasse desta janela, entre os seres que me cercam impediria? E mesmo que tentasse, algum deles conseguiria?
Pois, agora, sentado no parapeito da janela, o mar me hipnotiza
E à medida que meus olhos permacem abertos
Meu corpo luta incansável contra a inércia maldita que me atrai vorazmente para a calçada.
Pois, agora, sentado no parapeito da janela, o mar me hipnotiza
E à medida que meus olhos permacem abertos
Meu corpo luta incansável contra a inércia maldita que me atrai vorazmente para a calçada.
A brisa gélida de uma manhã mal começada trinca-me os lábios,
O ar torna-se rarefeito, e a sensação é congelante.
Os pulmões, insuficientes, drenam o líquido armazenado
Agora em forma de lágrimas,
E, estas mesmas lágrimas se reduzem a estalactites.
Puras e suaves, estilhaçam-se a cada novo piscar.
Ah, como a noite pode ser acolhedora...
Noite cruel! Revela tuas criaturas e aproveita teu momento.
Junta tuas forças! Aumenta tua escuridão,
Levanta tua neblina e dissemina tua penumbra.
Governa as horas mudas
Até que os raios violentamente te rasguem!
Num espirro, o asco
Para com os sentimentos forjados
Quebra teu silêncio. Agora!
Grita para os anjos e vomita tuas revoltas!
As lamúrias hão de ser ouvidas,
Mesmo que, apenas ecoadas, voltem para teus próprios ouvidos.
Cuidado com a pressa! Aquele que corre sem controle, tropeça e cai.
Lembra-te do passado. Revira ele para traçar o futuro.
Atente à queda! Uma vez no chão, acostuma-te.
Não te enganes. Todos podem arrancar tuas lágrimas.
Até mesmo os anjos fá-lo-ão.
Fixa tua estirpe no solo! Então, observa mais e fala menos.
Quinta-feira, Julho 23, 2009
Certo dia você me proibiu de sair desta cidade. Agora, eu vejo, e penso, se ainda existe este ânseio louco de dependência. Pelo visto, se eu for, ou ficar, pouco lhe importará.
Domingo, Julho 19, 2009
Thank you.
Alguns sentimentos são tão ruins que não deviam existir. Quanto mais conheço o homem, maior apreço tenho pelos animais. Penso que sofro de decepção crônica para com as pessoas. Imagino que seja por esperar demais de terceiros. Não importa o quanto você se esforçe ou se sacrifique. Parece que nunca é o suficiente. Não é que eu faça sempre esperando retorno, não. Mas, convenhamos, sou de carne e osso. Às vezes gostaria de escutar um simples 'obrigado'. Começo a acreditar que os pessimistas são os inteligentes. Nunca esperam muita coisa. Acabam se ferindo menos do que os otimistas. Sabe, é tão ruim você planejar tudo com tanto amor e no final dar tudo errado. Não descarto minha condição de um mero ser falível. Mas eu me empenho. E como. E ninguém parece se importar. Há algum tempo eu desejava ser invisível. Bem, acho que estou conseguindo. É o que costumo dizer: cuidado com o que você deseja. Seu desejo mais selvagem pode pode tornar-se seu pior pesadelo.
Ando, ando e ando, e continuo chegando no mesmo lugar. Acho péssimo quando acabo no clichê. Isso tudo é tão... Maysa. Dizem que falo mais do que devia. Que bebo demais. Que não largo o cigarro. Não vejo razão de largar alguns dos poucos prazeres que tornar a vida (a qual eu realmente amo) mais divertida.
Quarta-feira, Abril 22, 2009
Meus fios de cabelo já não são mais avermelhados. De uns tempos pra cá estão ficando brancos. Confesso que isso não me alegra, mas são sinais de que a idade está chegando, rs. Não sou mais o rapaz do cabelo vermelho como na foto ao lado, mas continuo correndo. Sem saber ao certo onde vou chegar, porém com a sensação de estar no caminho certo.
Assinar:
Postagens (Atom)
